terça-feira, 29 de março de 2011
CONHECIMENTO PRODUZ AVIVAMENTO
O estudo da Palavra de Deus, sua divulgação e prática, são os elementos predecessores de um real avivamento. Vai longe o tempo em que associava-se conhecimento com ceticismo e frieza espiritual. Sabemos da grandiosidade do poder de Deus através de sua Palavra e, quanto mais a conhecemos, mais cientes ficamos de nossa dependência e do quanto Ele nos protege.
Conta-se a estória de uma família que se dispôs a fazer um cruzeiro em um navio de primeira classe. Como em toda a viagem marítima, receberam um manual de instruções contendo as informações necessárias aos tripulantes. Nele, estavam contidos todos os deveres, direitos e regalias das quais os viajantes precisavam tomar conhecimento.
No dia previsto, ignorando as informações previstas no manual, a família embarcou para a tão sonhada viagem e como era precavida, levou mantimento para passar quinze dias de navegação. Todos os dias nos horários das refeições enquanto as pessoas se dirigiam para o restaurante, os membros da família abriam suas lancheiras e se punham a degustar os alimentos que trouxeram. No décimo quinto dia, já não havia mais condições de engolirem aquela comida. Então, a força da necessidade falou mais alto que a da negligência e o pai da família resolveu convidar a todos para almoçarem no restaurante da embarcação.
Na entrada havia um recepcionista bem vestido que providenciava mesa e demais comodidades aos viajantes. A família se dirige até ele e o líder da casa, imaginando quão tremendo estrago causará no bolso por comparecer a um lugar tão grã-fino como aquele, arrisca a pergunta: “Quanto custa o almoço?” O rapaz com um sorriso nos lábios lhe responde gentilmente: “Quando o senhor retirou os bilhetes não recebeu um manual? Nele estava a informação de que, na compra dos bilhetes, estão incluídas as refeições de todos os dias”.
Esta historieta nos dá a noção do que pode causar a falta de conhecimento. Todo avivamento espiritual registrado na Bíblia é resultado direto de uma renovada proclamação da Palavra de Deus e da obediência a Ela.
O grande teólogo Donald Stamps, autor das notas e estudos da Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD), afirmou que todos os reais e duradouros avivamentos são marcados pela reposição da Palavra de Deus ao seu devido lugar de autoridade e honra.
Reforma, Teologia e avivamento
O protagonista da Reforma Protestante, Martinho Lutero (1483-1546), foi um dos monges agostinianos mais disciplinados e competentes de seu tempo. Após estudar acuradamente a Bíblia, e depois de certificar-se que nela não havia nada sobre purgatório e muito menos pagamento como condição para alguém salvar-se, formulou 95 teses nas quais expunha os pontos básicos da Reforma condenando a venda de indulgências e enfatizando a temática da justificação pela fé, essência do protestantismo.
A publicação da Reforma deu-se em 31 de outubro de 1517 quando Lutero afixou na porta da Igreja de Witemberg. Por esta causa foi excomungado pelo papa. E não seria demais reafirmar que esse revolucionário movimento fora deflagrado em seu coração através do estudo da Palavra de Deus, em especial o texto de Rm 1.17 que diz: “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé”.
No início do século passado por volta de 1900, alguns alunos de uma escola teológica começaram a estudar sobre o batismo no Espírito Santo. Entre esses alunos estavam Agnes Ozman e duas outras mulheres. O estudo ministrado pelo pastor Parham a seus 40 primeiros alunos era realmente gratificante, porém, a experiência durante o culto da noite de 1 de janeiro de 1901 foi algo marcante.
Agnes Ozman, sentindo um forte desejo de ser batizada no Espírito Santo, perguntou ao pastor Parham se ele poderia impor suas mãos e orar para que ela recebesse a promessa. De acordo com o relato de Parham, “Agnes Ozman falou chinês por três dias, durante os quais não podia falar nem escrever inglês”.
O mês de janeiro, então, é considerado a data oficial do movimento pentecostal que se estende até nossos dias.
A mensagem do pastor Parham e a notícia do que havia acontecido, influenciou J. A. Warren a abrir uma nova Escola Bíblica em Houston, Texas. Warren era orador leigo, metodista, assistente de Parham e Willian J. Seymour.
Seymour era negro e juntamente com outros, que se interessaram pela mensagem do Movimento da Fé Apostólica, mudou-se para Los Angeles e ali iniciou um ponto de pregação em uma casa de família na Bonnie Brae Street para um público mesclado. Ensinava, mediante as Escrituras, algo que ele mesmo ainda não havia provado. Entretanto, na data de 9 de abril de 1906, um domingo, o próprio Seymour e outros sete irmãos receberam o batismo no Espírito Santo. A repercussão foi instantânea e, com isso, o ambiente em pouco tempo tornou-se pequeno.
Seymour viu-se obrigado a obter um espaço maior, num lugar acessível a todos, foi assim que descobriu um prédio de uma Igreja Metodista Episcopal que estava fechado na rua Azusa, 312. Fundou-se então, nesse local, a Apostolic Faith Gospel Mission (Missão Evangélica da Fé Apostólica).
O movimento de Azusa Street 312 foi tão poderoso que causou grande vulto entre o povo, atraindo até mesmo a mídia secular, que por sua vez encarregou-se de divulgar os fatos e, à semelhança da Igreja Primitiva, que caiu na graça de todo o povo, vinham pessoas de várias partes do país e até mesmo do exterior, as quais recebiam poder do alto e levavam consigo a chama pentecostal para os pontos mais longínquos do globo terrestre, a exemplo de Gunnar Vingren e Daniel Berg, fundadores da AD e do movimento pentecostal no Brasil.
Restabelecendo o ensino
Tudo o que eu julgo ser bom, útil e importante para mim, é, e deve ser objeto de minha constante busca. Se a invulnerabilidade da vida cristã consiste em ser cheio do Espírito Santo, esse então é o meu objetivo. Minha vontade e meu desejo me encorajam a buscar essa virtude. E, se a via correta e racional para atingir esse alvo é o estudo da Palavra de Deus e não o emocionalismo ilusório, minha capacidade de busca optará por fazê-lo.
Descoberta, valorização e utilidade
Quando nos voltamos para o texto de 2Crônicas 34.15, onde diz: “E Hilquias respondeu e disse a Safa, o escrivão: Achei o livro da Lei na Casa do Senhor. E Hilquias deu o livro a Safa”; ficamos a pensar na deplorável situação em que se encontrava o majestoso templo construído no reinado de Salomão, todo trincado com fendas extremamente largas, em outros pontos da construção o estado era caótico, pois encontrava-se totalmente em ruínas. Na memória de alguns, creio, imperava a lembrança do período áureo daquele local, onde era utilizado para cultuarem ao Senhor.
Imaginamos o descuido com algo tão importante como o Livro da Lei do Senhor existente no Templo por ordenança de seu escritor, o legislador Moisés (Dt 31.9-11, 24-26), a posição anterior do Livro junto à Arca do Concerto oferecia às pessoas seu valor e sua importância, mas agora lá estava Ele, jogado entre os escombros e entulhos do Santuário, semidestruído, como se nada representasse ou que nada significasse.
Surge então um jovem rei que toma a sábia iniciativa de restaurar a Casa do Senhor, tanto no aspecto de benfeitorias no prédio como no restabelecimento do culto religioso.A descoberta do Livro foi importante mas nada significaria se não houvesse por parte de quem o achou interesse em desvendá-lo através da leitura e da execução do seu conteúdo.
A Bíblia afirma que o rei Josias foi o mais crente de todos os reis e que celebrou a maior festa espiritual (2Rs 23.25 e 2Cr 35.18). Ele foi mais privilegiado em inteligência? Seu dia possuía mais horas que o das demais pessoas? Com certeza, não! Ele simplesmente não ignorou o valor da descoberta.
Equipe de apoio
O rei contava com o apoio de uma equipe fiel e eficiente (2Cr 34.8-13,20,22). Uma parte cuidava das coisas espirituais e outra, das materiais. O escrivão Safa, autorizado pelo rei, falou com as pessoas responsáveis pela avaliação do orçamento (2Cr 34.8), logo após, foram até o sumo sacerdote Hilquias e entregaram a soma de dinheiro (2Cr 34.9) e, finalmente, levaram o montante e passaram às mãos de uma equipe que iria executar o serviço (2Cr 34.10-14). O rei ficou despreocupado pois sua equipe de pessoas competentes e, acima de tudo honestas, as quais receberam o dinheiro e o empregaram sem desperdiçá-lo (2Rs 22.7 e 2Cr 34.9-12). Já dentro do templo o sacerdote encontra o Livro da Lei e o entrega a Safã, porque o que lhe interessava era o bem estar do reino e não sua autopromoção (2Cr 34.15).
Percebe-se então que o departamento da ED precisa mais do que qualquer outro, de uma equipe de apoio aliada a um superintendente criativo. O corpo docente cuida da “Lei”, ou seja, do ensinamento da Palavra, e a equipe de apoio atende à parte administrativa da ED, auxiliando a todos. Coisas como: recepcionar visitantes, observar as pessoas que estão faltando, idealizar e promover eventos extraclasses (marketing) para estimular a freqüência da ED.
Avivamento com conhecimento
Avivamento sólido e real, com características autênticas e resultados concretos, consolida-se através do desempenho de etapas dentro do processo ensino/aprendizagem.
A Bíblia é rica em lições para nossas vidas. Se propusermo-nos a estudá-la, com certeza seremos mais abençoados. Existem pessoas que por desconhecerem as Escrituras, coagem Deus a lhes dar pela Bíblia aquilo que na verdade não lhe é devido.
poderes a uma equipe disposta a qual estava trabalhando ao seu lado para atingir o mesmo objetivo.
Aqueles que popularizam sua ED estão ganhando almas e mais alunos com esse recurso. Muitas pessoas não a freqüentam por causa da falta de estímulo de seus dirigentes e coordenadores. Crie e mostre a necessidade de o aluno ir à ED, lembre-se que o que é bom, útil e importante pode e deve ser desejado. Promova mais a ED e você verá os resultados. César Moisés de Carvalho
terça-feira, 15 de março de 2011
Bíblia rara é encontrada no Sul da Inglaterra
Com 400 anos, ela foi achada em estante de igreja
Um dos últimos exemplares impressos em 1611 das Sagradas Escrituras, foi encontrada numa estante de uma igreja em Wiltshire, no Sul de Inglaterra. A Bíblia do rei James, publicada pela primeira vez em 1611, é uma tradução inglesa da Bíblia e acredita-se que influenciou a forma como o inglês é falado e escrito. A Bíblia foi encontrada por um grupo de moradores que queria conhecer a história da Igreja de São Lourenço, em Hilmarton, no condado de Wiltshire.
Geoff Procter, membro do conselho paroquial, explicou à BBC que a descoberta aconteceu quando investigavam a história daquela igreja. “A Bíblia sempre esteve numa estante na igreja. Isso já faziam 400 anos”, comentou.
Estima-se que existam menos de 200 bíblias originais da versão do rei James, impressas em 1611, e esta, agora encontrada, será uma delas. “Este é um documento tão importante para esta igreja e para a igreja inglesa no geral que decidimos investigar mais”, acrescentou.
A Bíblia foi “redescoberta” e identificada no início do século XIX e, desde então, tem sofrido avarias pelo passar do tempo e pelo manuseamento. Agora, a igreja pretende manter a Bíblia dentro de uma caixa de vidro.
Fonte: Notícias Cristãs com informações do Publico
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segunda-feira, 14 de março de 2011
CRIADO PARA PENSAR
Começo com a criação. Deus fez o homem à sua própria imagem, e um dos aspectos mais nobres da semelhança de Deus no homem é a capacidade de pensar. É verdade que todas as criaturas infra-humanas têm cérebro, alguns rudimentos, outros mais desenvolvidos. O Sr. W.S. Anthony, do Instituto de Psicologia Experimental de Oxford, apresentou um trabalho perante a Associação Britânica, em setembro de 1957, no qual descreveu algumas experiências com ratos. Ele pôs obstáculos às entradas que continham alimento e água, frustrando-lhes as tentativas de encontrar o caminho naquele labirinto. Descobriu que, diante do labirinto mais complicado, seus ratos demonstraram o que ele denominou de "dúvidas intelectual primitiva"! Isso bem pode ser verdade. Todavia, mesmo que algumas criaturas tenham dúvidas, somente o homem tem o que a Bíblia chama de "entendimento".
A Escritura assegura e evidencia isso a partir do momento da criação do homem. Em Gênesis 2 e 3 vemos Deus comunicando-se com o homem de um modo segundo o qual Ele não se comunica com os animais. Ele espera que o homem colabore consigo, consciente e inteligentemente, no cultivo e na conservação do jardim em que o colocara , e que saiba diferenciar- tanto racional como moralmente - entre o que lhe é permitido e o que lhe proibiu de fazer. Ainda mais, Deus chama o homem para dar nomes aos animais, simbolizando assim o senhorio que lhe dera sobre essas criaturas. E Deus cria a mulher de maneira tal que o homem imediatamente a reconhece como companheira idônea de sua vida, e então irrompe espontaneamente primeiro poema de amor da História!
Esta racionalidade básica do homem, por criação, é admitida em toda a Escritura. Na realidade, sobre esse fato se apóia o argumento normal que, sendo o homem diferente dos animais, ele deve comportar-se também diferentemente. "Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento". Em conseqüência, o homem é escarnecido e repreendido quando o seu comportamento é mais bestial que humano ("eu estava embrutecido e ignorante; era como um irracional à tua presença"), e quando a conduta de animais é mais humana que a de alguns homens. Pois que às vezes os animais de fato superam os homens. As formigas são mais trabalhadoras e mais previdentes que o folgadão. Os bois e jumentos muitas vezes dão a seus donos um reconhecimento mais obediente do que o povo Deus ao Senhor. E os pássaros migratórios são melhores no arrependimento, já que quando partem em migração sempre retornam, enquanto que muitos homens que se desviam não conseguem voltar.
O tema é claro e desafiador. Há muitas semelhanças entre o homem e os animais. Mas os animais foram criados para se conduzirem por instinto, enquanto que os homens (apesar dos "behavioristas"), por escolha racional. Dessa forma os homens, ao deixarem de agir racionalmente, procedendo por instinto à semelhança dos animais, estão se contradizendo, contradizendo sua criação e sua diferenciação como seres humanos, e devem Ter vergonha de si próprios.
De fato é verdade que a mente do homem está afetada pelas devastadoras conseqüências da Queda. A "depravação total" do homem significa que cada parte constituinte da sua humanidade foi, até certo ponto, corrompida, inclusive sua mente, a qual a Escritura descreve como "obscurecida". Com efeito, quanto mais os homens reprimem a verdade de Deus que reconhecem, mais "fúteis", ou mesmo "insensatos" se tornam no seu pensar. Podem declarar-se sábios, mas são tolos. A mente deles é a "mente da carne", a mentalidade de uma criatura decaída, e é basicamente hostil a deus e à sua lei.
Tudo isso é verdade. Mas o fato de que a mente do homem é decaída não nos pode servir de desculpa para batermos em retirada, passando do pensamento à emoção, já que o lado emocional da natureza humana está igualmente decaído. De fato, o pecado traz mais efeitos perigosos à nossa faculdade de sentir do que à nossa faculdade de pensar, porque nossas opiniões são mais facilmente controladas e reguladas pela verdade revelada do que nossas experiências.
Assim, pois, apesar do estado decaído da mente humana, ainda o homem lhe é ordenado pensar e usar sua mente, na condição de criatura humana que é. Deus convida o Israel rebelde. "Vinde, pois , e arrazoemos, diz o Senhor". E Jesus acusou as multidões descrentes, inclusive os fariseus e saduceus, por poderem interpretar as condições meteorológicas e preverem o tempo, mas não poderem interpretar "os sinais dos tempos" nem preverem o julgamento de Deus. "Por que perguntou-lhes. Em outras palavras: por que não usais os vossos cérebros? Por que não aplicais ao campo moral e espiritual o sentido comum que empregais no físico?"
A sociedade secular, por esse mundo a fora, concorda com o ensino da Escritura acerca da racionalidade básica do homem, constituída em sua criação e não de todo destruída na Queda. Os propagandistas podem dirigir os seus apelos promocionais aos nossos apetites mais baixos, mas eles não têm nenhuma dúvida de que temos a capacidade de distinguir entre produtos: de fato, muitas vezes até mesmo chegam a lisonjear o consumidor que discrimina. Quando sai a primeira notícia de um crime, geralmente ela vem com a frase "o motivo ainda não foi descoberto". Pressupõe-se, como se vê , que mesmo a ação criminosa tem uma motivação, seja ela qual for. E quando nossa conduta é mais emocional do que racional, ainda assim insistimos em "racionalizá-la". O próprio processo chamado "racionalização" é significativo. Indica que o homem de tal forma se constituiu num ser racional que quando não tem razões para a sua conduta ele tem que inventar alguma para se satisfazer.
Fonte: ebd-viva.blogspot.com
Texto extraido do livro: Crer é também pensar; Jonh R. W. Stott
LIÇÃO 02 - Abril a Junho/2011
Em comemoração ao Centenário do Movimento Pentecostal no Brasil, a lição deste segundo trimestre de 2011 trata do estudo da ação do Espírito Santo na Igreja atual.
TEMA: MOVIMENTO PENTECOSTAL: As Doutrinas da Nossa Fé
- Lição 01 – QUEM É O ESPÍRITO SANTO
- Lição 02 – NOME E SÍMBOLO DO ESPÍRITO SANTO
- Lição 03 – O QUE É O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
- Lição 04 – ESPÍRITO SANTO AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DEUS
- Lição 05 – A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS
- Lição 06 – DONS ESPIRITUAIS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS
- Lição 07 – OS DONS DE PODER
- Lição 08 – O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL
- Lição 09 – A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL
- Lição 10 – ASSEMBLEIA DE DEUS, CEM ANOS DE PENTECOSTE
- Lição 11 – UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL
- Lição 12 – CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL
- Lição 13 – AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA.
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